Depois de uma época em que o GD Gerês terminou no 10.º lugar da I Divisão, Série C, Bruno Martins, conhecido no futebol por Lau, prepara uma nova temporada com ambição renovada. Conhecedor do clube, que já representou como jogador, o técnico destaca a continuidade do plantel como uma das principais armas da equipa e aponta aos cinco ou seis primeiros lugares.
“Para esta temporada, temos de fazer bem melhor do que aquilo que fizemos no ano passado. O plantel ficou todo, e isso é uma mais-valia para mim, enquanto treinador. Para o presidente também é sinal de confiança e mostra que o Gerês é um clube onde os jogadores se sentem acarinhado”, sublinha.
O plantel ainda não está fechado e o Gerês poderá contratar mais um ou dois jogadores até ao arranque do campeonato. Lau reconhece, contudo, que a localização do clube dificulta o acesso ao mercado.
No entanto, pesar das dificuldades, o treinador garante que os reforços contratados correspondem às necessidades identificadas. “Aquilo que trouxemos era aquilo que nós queríamos. Fomos diretamente aos jogadores que pretendíamos e conseguimos, felizmente, trazê-los para cá.”
Com três lugares de subida em disputa, o Gerês não esconde que gostaria de se intrometer na luta, mas o treinador prefere manter os pés assentes no chão.
“Claro que, se me disserem se quero lutar pela subida, eu digo que sim. Agora, também temos consciência daquilo que temos e daquilo que podemos fazer”, afirma Lau.
O objetivo definido passa, numa primeira fase, por terminar entre os cinco ou seis primeiros. “Esse é o objetivo inicial e está de acordo com aquilo que foi definido pelo clube. Depois, se porventura, a meio do campeonato, estivermos mais próximos dos lugares da frente, talvez possamos pensar nisso.”
Sobre a Séri , Lau antevê uma competição bastante equilibrada. “A nossa série é muito competitiva. O Amares é uma grande equipa, que pelo seu historial está a mais nesta divisão. Depois, temos o regresso do Terras de Bouro, que apostou muito, o Caldelas e a Lage são outros dos adversários muito fortes”, concluiu.







