Aos 25 anos, Rodri prepara-se para cumprir a sétima temporada no Maximinense e assume novamente a responsabilidade de envergar a braçadeira de capitão. Central de posição, tornou-se uma das referências do balneário e assume uma forte ligação ao clube, onde chegou ainda nos juvenis.
“Todos os anos tenho propostas para sair, mas esta é a minha casa. Identifico-me muito com as pessoas e os valores do clube. O papel do capitão é mostrar a mística do clube aos mais novos e integrá-los no grupo”, explicou.
Esta época, o capitão não esconde a ambição de colocar de novo o Maximinense na Divisão de Honra.
“Nesta divisão, um clube como o Maximinense só pode pensar em lutar pela subida. Na época passada tentamos e não conseguimos. Acredito que vai ser este ano”, antecipou.
Rodri também estabelece uma meta individual para a temporada. Atuando no eixo da defesa, quer contribuir para que a equipa sofra o menor número de golos possível, sem abdicar da ambição pessoal.
“Todos os jogadores devem ter uma meta individual. Como central, quero ajudar a equipa a sofrer o mínimo de golos possível e fazer tudo para ser sempre o melhor em campo”.
O capitão deixa ainda uma mensagem aos adeptos do Maximinense.
“Os adeptos estão sempre presentes. Que mantenham esse apoio e acreditem na equipa. Do nosso lado, podemos prometer que vamos dar tudo para lhes dar muitas alegrias”, concluiu.







