Feliciano Direito, um dos presidentes com mais anos de exercício na AF Braga, mantém intacta a ambição do GD Os Alegrienses, mas reconhece que a falta de uma casa própria continua a limitar os passos que o clube pode dar.
“As expetativas são as de sempre: nesta divisão temos de pensar sempre na subida. O Alegrienses tem de defender o seu estatuto na AF Braga, mas o grande problema deste clube continua a ser o facto de não ter uma casa própria. Pensar em algo mais alto sem casa própria é muito complicado”, sublinha o presidente.
Apesar da ambição desportiva, Feliciano Direito admite que gostaria de ver resolvida primeiro a questão das instalações. “Preferia ter uma casa própria primeiro e depois pensar em subir. Mas há muitos anos que temos como objetivo subir à Divisão de Honra”, acrescenta.
A construção de um espaço próprio poderá, assim, ser determinante para o futuro do Alegrienses. O dirigente revela que abordou o assunto com o presidente da Câmara, João Rodrigues, por ocasião das comemorações do 50.º aniversário do clube.
“Convidei o presidente da Câmara para o nosso aniversário e o que ele nos disse foi que o campo nos vai ser entregue. Não especificou uma data, pode ser daqui a um ano ou dois, e eu compreendo isso. Existe um projeto ainda do anterior executivo e que será realizado. Estamos dependentes de outros e é sempre muito complicado”, explica.
Confiança na nova equipa técnica
Para esta temporada, Feliciano Direito decidiu entregar o comando técnico a Ricky, antigo jogador do clube, que terminou a carreira para iniciar uma nova etapa como treinador.
“O Ricky disse-me que queria iniciar a sua carreira de treinador e decidi dar-lhe uma oportunidade. A minha obrigação é apoiá-los e dar-lhes cobertura total”, afirma.
O presidente assume que a nova equipa técnica parte com pouca experiência, mas vê essa juventude como uma vantagem. “Vão começar do zero, mas são jovens, têm ambição e gosto disso”, conclui.







