É a quarta prova do Campeonato de Portugal, disputada em Alcatrão, tem a particularidade de funcionar em alternativa com o anterior rali, o de Lisboa, para a presença das equipes interessadas no Campeonato poderem pontuar e, se grande parte dos pilotos presentes em Lisboa apostaram nesse rali para pontuar, em prejuízo de Castelo Branco, transformaram a prova albicastrense numa etapa crucial na luta pelo Campeonato de Portugal de Ralis (CPR). Tendo em conta o atual escalonamento do campeonato, as equipas que optaram por pontuar neste rali, Rúben Rodrigues, Pedro Meireles, Diogo Marujo, João Barros, Ricardo Filipe, Henrique Moniz e Rui Borges, terão a possibilidade de somarem pontos que levem a alteração dos lugares cimeiros da tabela classificativa atual.
A prova conta com uma lista de 43 inscritos, sendo o açoriano Rúben Rodrigues o grande favorito à vitória final. É o segundo classificado no campeonato após ter vencido as duas primeiras provas, Aboboreira e Rali de Portugal, e agora busca a sua terceira pontuação do ano em Castelo Branco. Tendo em conta o panorama atual do Campeonato de Portugal deste ano, o piloto terá feito da opção Castelo Branco uma escolha estratégica onde poderá colher dividendos acrescidos, colocando-o numa posição privilegiada na luta pela vitória final do CPR.
Com organização do clube local, a Escuderia Castelo Branco, a edição de este ano conta com um percurso total de 466,47 quilómetros, dos quais 125,21 serão disputados ao cronómetro ao longo de 12 classificativas desenhadas na Beira Baixa.
A prova vai para a estrada na tarde de amanhã, sexta-feira, para a disputa de quatro especiais de classificação, “Freixial do Campo 1 e 2” (9,19 km), “Tinaias” (9,52 km) e a Super Especial “Reconquista” (2,55 km), dentro de Castelo Branco, a fechar o primeiro dia.
Para sábado, segunda e última etapa da prova, serão percorridas oito especiais de classificação, sendo que a 12ª PEC, a “Lurialbi” (9,07 Kms), será a Power Stage.
Carlos Costa







